VIVA O AMOR… (L)(L)(L)
Depois de dias esperando minha senha (obrigado Jairo pela ‘agilidade’), enfim consigo postar esta crítica.
Hoje é um marco para o Rapidinhas, estréia a nova (e única) sessão séria desse Blog. “CINEdoMARK”. Um pequeno trocadilho infame do famoso nome deste que vos escreve com a nada famosa franquia americana.
Nada melhor do que uma estréia em clima de romance. Pois é, o nosso debut é em clima de amor total. O filme de hoje (ou do fim de semana passado, obrigado novamente Jairo) é uma história de amor. WALL-E. E chegou aos cinemas como “mais uma animação da Pixar, dos criadores de Procurando Nemo (Oi Dory :P). Bom, pra começo de conversa, podemos mudar ali o subtítulo para “A” animação da Pixar - sim, não é exagero, o filme destoa muito de tudo que os criadores de Monstros S/A, Os Incríveis e Carros (dentre outros) já fizeram. Tem o visual caprichado? Sim!!! Tem uma história muito bem amarrada? Sim!!! Tem personagens fofinhos e carismáticos? Sim!!! Mas também temos outras coisitas más, como: criticas ferrenhas à humanidade, de maneira geral, que vive mais preguiçosa a cada dia, não preza mais pelo contato humano (Oi MSN! :P) e sofre de um impulso consumista violento. Sim, ainda estamos falando de Wall-E ‘que é uma animação pra crianças’, porém, ‘pros pais delas também’.
Tirando a parte de ‘o-mundo-está-perdido-estamos-todos-condenados-ao-ostracismo’, Wall-E principalmente fala de amor, de cumplicidade, de redenção… Sim, por incrível que pareça é um filme otimista.
A história começa com o intrépido Wall-E (que é um dos últimos remanescentes num planeta terra totalmente convertido num lixão, além de uma ‘fofa’ baratinha) cujo objetivo é reunir o lixo espalhado por toda a cidade em pilhas. Os primeiros 30 minutos de filme são dignos de um filme de Chaplin, praticamente mudo mas com apelos expressivos impressionantes (palmas para a Pixar, de novo), Wall-E depois de tanto tempo observando o comportamento humano por meio dos objetos que coleciona acaba abstraindo algumas características e se comportando como tal, inclusive sendo maníaco por mãos. Até que num determinado dia normal, uma nave chega à Terra e introduz à história a espivetada EVA (EVE no original), com uma missão secreta. É desnecessário falar que, de cara, Wall-E acaba ’se apaixonando’ pela belezura tecnológica (qualquer semelhança com um iPod não é mera coincidência, né tio Jobs?) e a persegue por todos os lugares. Casal se conheceu, palmas para o amor!! Tudo caminhava bem até que Eva é ‘obrigada’ a voltar pro espaço (onde moram todos os humanos gordos e preguiçosos em suas cadeiras flutuantes, já que a Terra ficou resumida à lixo). A partir daí a história se desenrola com Wall-E tentando de todas as formas ficar junto da Eva, num mix de romance, aventura, ação e críticas pesadíssimas.
Vou parar por aqui pra não estragar a graça (e que graça) deste clássico, que pra mim (até que um certo palhaço sádico vestido de roxo coloque seus planos em ação) o MELHOR FILME DO ANO (viu? eu gostei mesmo do negócio!).
Por fim, parafraseando o grande Judas: RAPIDINHAS RECOMENDA, COM TODAS AS FORÇAS DO UNIVERSO. Vá, leve a sua gatinha, você vai gostar, ela vai te achar um fofo e você vai se dar bem
(E ainda dizem que mulheres são complicadas…né Jairão?)
Quem tiver alguma dúvida, veja mais em: Wall-E Trailer.
E VIVAAAAAA O AMOR (L) (L) (L)




julho 3rd, 2008 at 16:14
gostou mesmo do filme hein!
prefiro os simpsons
IUEAHIEA
julho 4th, 2008 at 21:43
Boa Mark, o texto ficou muito bom… parabéns.
Alguma gatinha ai quer pegar um cinema comigo ?
julho 5th, 2008 at 17:09
Estou emocionada (chorando ;P)
aheuahueauehauehauaaaaaaaaaaaaaahu
Muito bom o texto =D
ps. agora entendi o porque da agunia com a senha. E volto a dizer que nem sei a minha (Y)
julho 5th, 2008 at 22:03
aqui vende nescau?
julho 6th, 2008 at 3:02
esse volto a dizer tem alguma coisa haver comigo ??? huahauhaa
julho 8th, 2008 at 1:21
ahuhauehauehauheuaaaa
talvez sim ^^
Nether, nescau custa 3,79.
A vista ou no cartão?