CINEdoMARK: Era Uma Vez
Postado em 15 de August de 2008 por Mark
Depois de uma fase de amor exagerado, o Rapidinhas volta à sua programação normal, da melhor maneira possÃvel - ou quase. Nesta semana o cinema brasileiro ganha a vez (por incrÃvel que pareça), mas bem diferente do que vocês imaginam. O brazuca Era Uma Vez, com o global Thiago Martins e grande elenco estreiou na última sexta-feira.
Pra começo de conversa preciso confidenciar uma coisa: Eu não assisti ao filme :X
Sim, não me odeiem, o fato de declaradamente não gostar de filmes brasileiros não pesou em nada. Teria até compania dessa vez, e que compania!
Mas… Como nem tudo que reluz é ouro, e rapadura é doce mas não é mole não… logo no dia que resolvo sair cedo do trabalho (Lê-se no meu horário, as 18hrs) “surge” a necessidade de fechar um GRANDE projeto para apresentá-lo no dia seguinte. Pronto, instarou-se o “pânico”. Depois de várias tentativas tinha consegui do enfim o SIM da gata pra pegar a sessão e derrepente, tudo desmoronou. Balanço Final: Noite de trabalho 1 x 0 Cineminha com a gata.
Bom, nem preciso dizer que sair do trabalho as 22horas de quarta e chegar as 6:30 de quinta podem matar um trabalhador normal, honesto e decente (é, eu não sou normal, nem sempre honesto e geralmente indecente). Depois de mais um longo dia, de uma grande apresentação, eis que me encontro AO LADO do serviço da gata… (em algum lugar uma luz penetrava nas densas nuvens escuras), uma ligaçãozinha estratégica e um: sim Mark, to saindo agora do trabalho, vou sair mais cedo. Yeah Baby! Era tudo que eu precisava ouvir.
Depois disso tudo, você se pergunta: Ok e kdçapoha de filme? Calmaê Benhê, chegamos lá. Quando nos encontramos, o papo não podia ser outro, o tal filme (Sim, ela foi, mas sozinha
Antes só do que mal acompanhada por algum outro concorrente). Era Uma Vez é um filme de amor… um Romeu e Julieta dos tempos modernos, como alguns outro que já vimos. Uma história bonita de depois jovens que se apaixonam e que sofrem com/por causa das mazelas de nossa sociedade altamente preconceituosa e violenta. Segundo a minha interlocutora, leve uma caixa de lenços
O Rapidinhas, baseado na nossa ilustre “gata” (nossa não, minha.. sai fora Jairo!), recomenda. Um filme brasileiro, repleto de favelas, violência, mas … um filme de amor…
(É… acho que ainda há algum reflexo dos posts anteriores. )
Bom, o fim da história (da minha e do filme) eu não vou contar… mas por ter escrito a crÃtica, mesmo não assistindo ao filme, vocês já podem imaginar
Abrasssssssssssss!
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